Pesquisa DataZAP Impactos COVID-19

Pesquisa da DataZAP sobre o impacto do COVID-19 no Mercado Imobiliário

Realizada entre 24 e 29 de março com mais de 1200 profissionais.

Seguem 3 pontos muito interessantes sobre o resultado:

  1. 95% dos profissionais disseram ter sido afetados -> OK, extensão ampla conforme o previsto;
  2. Cerca de 1/4 disseram que clientes correram pra assinar contratos -> curioso: clientes correram pra resolver logo suas situações;
  3. Inversão de papéis: a Indústria está mais pessimista que os Consumidores -> uma eventual retomada pode surpreender positivamente a Indústria!

Enfim, nosso dever é seguir monitorando e nos preparando.

E você, o que vai fazer? Vamos arrumar a casa?

Segue o Vídeo da DataZAP na íntegra com os resultados da pesquisa

Construção Civil e Coronavirus

Em tempos de Coronavirus, talvez tenhamos boas notícias.

O Estadão apurou que o Ministério do Desenvolvimento Regional estuda maneiras de impulsionar a Construção Civil.

A ideia seria utilizar recursos que foram destinados a prefeituras e que ainda não foram usados. Os técnicos estão mapeando o volume desses recursos, mas há bastantes complicações de se operacionalizar sua utilização.

De qualquer forma, felizmente, o Orçamento atual reserva R$ 2,7 bilhões para o Minha Casa Minha Vida, suficiente para manter as obras atuais.

Enfim, cada vez mais, precisamos utilizar sabiamente os recursos disponíveis em nossos empreendimentos.

Confira a reportagem: Aqui.

#construcaocivil #mercadoimobiliario #controledeobra #gestaodeempreendimentos

Taxa Selic e o Mercado Imobiliário em 2020

Update 25/jun/2020:

Desde fevereiro, a pandemia chegou ao Brasil e a Selic foi sendo cortada até os atuais 2,25% a.a. (17/jun).

Isso só intensifica o entendimento de que o Mercado Imobiliário deve ser um importante pilar para investimentos e para a retomada econômica.

 

Nesta quarta-feria, 05/fev/2020, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa básica de juros Selic para 4,25%.

Esperança de céu azul para o Mercado Imobiliário em 2020

Assim, foi atingido o patamar mais baixo da Selic desde que é usada para fins de política monetária.

Dessa forma, a expectativa geral de que o mercado imobiliário deveria voltar a crescer em 2020 ganhou força.

Frente a juros básicos tão baixos, investimentos em ações e imóveis apresentam-se como alternativas importantes para investidores que desejam obter rendimentos verdadeiramente acima da inflação.

Empreendedores, estejamos preparados!

Secovi-SP lança curso “Melhores práticas do PMI para a gestão de empreendimentos imobiliários”.

O Secovi-SP, Sindicato da Habitação no Estado de São Paulo, cria o primeiro curso que aborda as melhores práticas de gerenciamento de projetos aplicada ao segmento imobiliário. Trata-se de um importante marco na disseminação do amplo contexto de gerenciamento de projetos dentro do setor imobiliário, para além da gestão operacional dos empreendimentos.

O curso se fundamenta nas melhores práticas do renomado PMI e aborda aspectos das camadas Estratégica, Tática e Operacional para a gestão de empreendimentos imobiliário. Contempla as disciplinas: Gestão de Portfólio – Estratégia de produto, Gestão de Programas – Estruturação tática de negócios, Gestão de Projetos – Gestão operacional (projetos de engenharia), Gestão de Projetos – Gestão operacional (projetos de marketing), Introdução às melhores práticas do PMI para o segmento imobiliário, Gerenciamento de crise e projetos problemáticos e Projetos complexos.

Será ministrado na Universidade Secovi-SP, de 16/10 a 06/11/17, às segundas e quartas-feiras, das 9 às 12 horas. Link para o curso: Melhores práticas do PMI para a gestão de empreendimentos imobiliários.

Perspectivas Econômicas Globais do Banco Mundial

O Banco Mundial publicou seu relatório com as Perspectivas Econômicas Globais (Global Economic Prospects, January 2017: Weak Investment in Uncertain Times). Veja o quadro das maiores economias e suas taxas de crescimento esperadas.

Incertezas e instabilidade ainda preocupam, mas, de qualquer forma, a estimativa é que o mundo cresça 2,3% em 2016, 2,7% em 2017 e 2,9% em 2018 (ligeira aceleração).

Entre os BRICS, Índia e China possuem elevado crescimento. No geral, os BRICS devem fechar 2016 com 4,3% de crescimento, seguidos de 5,1% em 2017 e 5,4% em 2018.

Brasil e Rússia puxam o 2016 dos BRICS para baixo, com retração, mas em patamares diferentes: ambos retraíram em 2015, porém a Rússia já dá sinais de recuperação em 2016.

Na América Latina e Caribe, 2016 deve fechar com retração de 1,4% e crescer respectivamente 1,2% e 2,3% em 2017 e 2018. Aqui, Brasil e Argentina puxam o grupo para baixo em 2016.

O Brasil está aquém do crescimento dos BRICS e da América Latina e Caribe, mas me parece que a economia brasileira está mais entendível: apesar da turbulência, o Brasil voltará a crescer.

Com sinais do fim da crise, teremos uma decisão a tomar:

1) Esperar que tudo melhore e que algo de bom aconteça conosco por tabela; ou

2) Preparar-se, arrumar a casa e sair na frente.